segunda-feira, 13 de outubro de 2008

CAMPANHA DE HIGIENE E SAÚDE BUCAL


Os jovens do Centro da Juventude de Tuparetama promoveram em setembro uma campanha educativa sobre a importância da higiene dental e os cuidados com a saúde bucal. Inicialmente os jovens do CJ receberam palestra e orientações com profissionais da área, da secretaria municipal de saúde e ganharam kits com escova e creme dental. No segundo momento da ação os jovens atuaram como multiplicadores das informações, realizando eles próprios a palestra com slide e data-show, encenação teatral e fantoches. A campanha foi apresentada para os adolescentes do Pro-Jovem, no Teatro Municipal. A atividade teve como coordenadora geral a oficineira Ariana Muniz.







domingo, 12 de outubro de 2008

MATERIAL DE APOIO - Texto [2]


Jovens em situação de pobreza, vulnerabilidades sociais e violências
(trechos do texto)
Cadernos de Pesquisa no.116 /São Paulo/ 2002

(...)Vários autores (...)recorrem, por exemplo, ao conceito de vulnerabilidades sociais para tentar desconstruir sentidos únicos e identificar potencialidades de acionar atores e atrizes para resistir e enfrentar situações socialmente negativas. Haveria portanto uma vulnerabilidade positiva, quando se aprende, pelo vivido, a tecer formas de resistências, formas de lidar com os
riscos e obstáculos de modo criativo.

(...) É quando as vulnerabilidades vividas trazem a semente positiva de "um poder simbólico de subversão" (...) Em estudos sobre vulnerabilidades sociais que acessam os indivíduos, as famílias e grupos na comunidade, tende-se a trabalhar com o esperado em diferentes sistemas de linguagens, reconhecendo a força da subjetividade, do desejo, e a distância entre o vivido e o esperado quanto a direitos humanos.
É preciso, contudo, pesquisar mais sobre ambientes ou "inseguranças e incertezas" (Vignoli, 2001; Cepal, 2000), bem como sobre o reconhecimento do direito a ter direitos, tal como o refere Hanna Arendt no debate sobre cidadania (apud Duarte 2001). Para tanto, é necessário recorrer a diversos planos analíticos.

Análises sobre vulnerabilidades contemporâneas na América Latina, como a "juvenilização" da mortalidade, em particular entre grupos na pobreza e por causas violentas, sugeririam, por exemplo, que não basta referir-se a direitos individuais, mas também de grupos e gerações e a características de um tempo e de sociedades. Quais seriam as marcas desta geração, e de gerações nessas sociedades?

Afetam a geração dos jovens, o desencanto, as incertezas em relação ao futuro, o distanciamento em relação às instituições, a descrença na sua legitimidade e na política formal, além de resistência a autoritarismos e "adultocracia".

Nesse caso, a escola e a família já não teriam a mesma referência que tiveram para outras gerações, além de que há diversidades quanto a construções dessas referências em grupos em uma mesma geração. Por outro lado, o apelo da sociedade de espetáculo e o apelo aos padrões de consumo conviveriam com chamadas para a responsabilidade social e o associativismo. Essas e outras tendências contraditórias também potencializariam vulnerabilidades negativas e positivas
(no sentido de fragilidades, obstáculos, capital social e cultural e formas de resistência no plano ético cultural).

Dessa forma, discutir juventudes pede discutir modernidade e sua realização em distintos planos e para distintos grupos sociais.

Mary Garcia Castro-Pesquisadora da Unesco e pesquisadora associada à Unicamp/ Centro de Estudos de Migrações Internacionais
Miriam Abramovay-Consultora do Banco Interamericano de Desenvolvimento — BID em situação de pobreza, vulnerabilidades sociais e violências.

COMEMORANDO OS ANIVERSÁRIOS DO MÊS - Setembro




ENCONTRO COM O CONSELHO TUTELAR


O Conselho Tutelar de Tuparetama vem acompanhando de perto as atividades do CJ, desde sua implantação. No mês de setembro os conselheiros participaram de um encontro com as turmas de jovens da manhã e da tarde, para falar sobre as atribuições do Conselho Tutelar e sua importância na defesa e garantia dos direitos da criança e do adolescente. No encontro também houve espaço para perguntas e respostas dos jovens, visando o esclarecimento de dúvidas e o encaminhamento de propostas de ação.



terça-feira, 23 de setembro de 2008

Descobrindo talentos e revelando habilidades ...

Daniel Generino e seu desenho. Um dos talentos jovens incentivado nas oficinas do CJ


Abaixo, momento de artesanato com outros jovens do CJ, utilizando materiais naturais disponíveis na região.




segunda-feira, 22 de setembro de 2008

MATERIAL DE APOIO - Texto


Como o jovem olha para si mesmo(*)
Abdalaziz de Moura

Dependendo da forma como o adolescente ou o jovem se concebe, olha para si mesmo e se imagina a si próprio, assume tal ou tal atitude diante da vida.

Por exemplo, se ele olha para si como uma pessoa que não tem capacidade, que só traz problema para os pais e professores, que ninguém lhe escuta, nem lhe entende, esse jovem ou adolescente vai se comportar seguindo sua concepção.

Ele vai sentir-se inseguro diante dos outros, vai sentir-se tímido, acanhado, sem iniciativa, ou vai procurar um jeito estranho de chamar a atenção dos outros ou vai procurar reforço fora de si, na bebida, no apoio de um amigo ou de um líder para enfrentar o mundo.

Mas se o adolescente se olha com uma outra concepção, por exemplo, como alguém que tem potencialidade, capacidade, que tem uma palavra que lhe é própria, desenvolve idéias próprias, pode contribuir com a solução dos problemas, esse jovem vai tomar atitudes de protagonistas, com autonomia, auto-estima, autoconfiança e não vai precisar de apoio externo ou de estimulantes para se guiar na vida.

Essa diferença é muita maior do que imaginamos. E como vemos tem repercussão imediata sobre a vida das pessoas. Sobre o rumo da vida das pessoas. As concepções ajudam as pessoas a construírem as respostas sobre as grandes interrogações, sobre o para que, porque, qual o sentido da vida, do bem, do mal, do amor, do ódio.

Por isso é tão importante o jovem ou o adolescente, como qualquer outra pessoa, ter mais clareza sobre suas concepções a respeito das pessoas. Sabemos que tradicionalmente pinta-se um quadro onde o adolescente é um aborrecente, um revoltado, uma pessoa imatura, que depende do dinheiro do pai ou mãe, depende da autoridade. Essa concepção não é a da formação do ADL(**), o ADL é o contrário de tudo isso. Mas é ele que tem que construir essa concepção.

(*) SERTA/ Trecho de "CONCEPÇÃO DE PESSOA" texto preparado como material didático para a formação dos ADL, estudado também por professoras, importante para conhecer a dimensão filosófica da Peads- Proposta de Educação de Apoio ao Desenvolvimento Sustentável.
(**) Agentes de Desenvolvimento Local

domingo, 21 de setembro de 2008

Agroecologia - Plantação de mudas na Escola Municipal Francisco Chaves Perazzo







MATERIAL DE APOIO - Dinâmicas


Juri Simulado

Objetivos:
1- Estudar e debater um tema, levando todos os participantes do grupo se envolverem e tomar uma posição.
2- Exercitar a expressão e o raciocínio.
3- Desenvolver o senso crítico:

Participantes: (Funções)
Juiz: Dirige e coordena o andamento do júri.
Advogado de acusação: Formula as acusações contra o réu ou ré.
Advogado de defesa: Defende o réu ou ré e responde às acusações formuladas pelo advogado de acusação.
Testemunhas: Falam a favor ou contra o réu ou ré, de acordo com o que tiver sido combinado, pondo em evidência as contradições e enfatizando os argumentos fundamentais.
Corpo de Jurados: Ouve todo o processo e a seguir vota: Culpado ou inocente, definindo a pena. A quantidade do corpo de jurados deve ser constituido por número impar:(3, 5 ou 7)
Público: Dividido em dois grupos da defesa e da acusação, ajudam seus advogados a prepararem os argumentos para acusação ou defesa. Durante o juri, acompanham em silêncio.

Passos:
1- Coordenador apresenta o assunto e a questão a ser trabalhada.
2- Orientação para os participantes.
3- Preparação para o júri.
4- Juiz abre a sessão.
5- Advogado de acusação (promotor) acusa o réu ou ré (a questão em pauta).
6- Advogado de defesa, defende o réu ou a ré.
7- Advogado de acusação toma a palavra e continua a acusação.
8- Intervenção de testemunhas, uma de acusação outra de defesa.
9- Advogado de defesa, retoma a defesa.
10- Jurados decidem a sentença, junto com o juiz.
11- O público, avalia o debate entre os advogados, destacando o que foi bom, o que faltou.
12- Leitura e justificativa da sentença pelo juiz.

Avaliação:
- Que proveito tiramos da dinâmica?
- O que mais nos agradou?
- Como nos sentimos?
- O que podemos melhorar?

sábado, 20 de setembro de 2008

Dia de Estudos e Planejamento Mensal - Setembro

Mensalmente a equipe tecnica do CJ se reúne durante um dia inteiro para avaliar as ações, estudar temas relacionados com a proposta pedagógica do CJ e planejar em conjunto as atividades do mês. Acima Tárcio (coordenador) e Rubenildo (Cidadania/Elevação de escolaridade).
Marcelão (Esportes) e Marcelo Torres(Apoio Administrativo)

Fernando ( Arte e Cultura e Agroecologia) e Fátima Sousa (Apoio Administrativo)

Mª das Graças Brito (Coordenadora Pedagógica)

Cláudio Agra (Cidadania e Elevação da Escolaridade)


Juliana (Psicóloga) Fernando e Eliene (Assistente Social)

Equipe técnica do CJ Tuparetama noa Capacitação do Programa, em Recife - Agosto





Palestrantes visitantes - Professores Ivandelso Borge e Kleber - Tema: Educação e trabalho. / agosto




Aula inicial de judô - Instrutor Antônio Valentim / agosto




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